Desde que o empreendedorismo foi tomado de glamour – me recordo bem, já faz um bom tempo, da reação de espanto das pessoas, quando larguei o emprego em um banco de investimentos para montar a minha empresa – muito se fala no espírito empreendedor, de suas variantes sociais, e de sua contribuição à inovação e ao avanço tecnológico (repito aqui, o que leio com frequência em veículos especializados e outras publicações que abordam o mundo dos negócios).

Em resumo, uma salada de clichês, tão confusa como muitas vezes inconsciente, que por mais que tente, não consegue – e seria absurdo se isso fosse possível – resumir ou encapsular o empreendedor e sua criação em modelos pré-concebidos ou enclausurá-lo em embalagens pré-moldadas. Em meio a isso, há muito humor não intencional.

Por exemplo quando se caracteriza o empreendedor moderno (nessa salada, se o dito cujo tiver mais de 55 anos, não conta) a alguém que necessariamente tem de ser o criador de um negócio de obrigatória base tecnológica. Como se açougues supermercados, padarias e outros serviços especializados como o da criação de conteúdo em série para livros ficcionais não existissem ou fossem descartáveis na “era da informação”.

O fato é que a parte dos fetiches ideológicos dos oráculos do futuro, empreender vai da montagem de um circo, passando pela montagem de peças teatrais e projetos cinematográficos à empresas de base genuinamente tecnológica, ou de serviços jurídicos, burocráticos, ou de entretenimento.

A lista seria muitas vezes mais extensa, e por isso a conclusão de que qualquer negócio que traga como resultado final um serviço ou produto que atraia o interesse de um comprador é na essência, o fruto da coragem e do trabalho de um empreendedor e seus sonhos – e idade dele não importa.

Contudo, agora que desconstruímos os rótulos baratos de botequim é importante nos atermos ao ponto central presente na mente e na história de gente que conseguiu transpor o papel e as promessas de fim de semana em algo realmente concreto e promissor: em tempo, o espírito e a lógica do empreendedorismo.

Neste contexto, alguns conceitos são perenes, e Leonardo da Vinci provavelmente já experimentava vários deles (e certamente não foi o pioneiro).

Vamos lá:

  1. A coragem de não seguir o rebanho e pensar por conta própria;
  2. O pragmatismo para não remar contra a maré, contornando obstáculos ao invés de se chocar contra elews;
  3. O reconhecimento do valor do planejamento e da disciplina;
  4. A persistência inteligente que não insiste em burrices, mas enfrenta obstáculos que podem ser vencidos;
  5. O sendo critico para apoiar a condução dos projetos;
  6. A capacidade de organização e da construção de processos e métodos eficientes de trabalho;
  7. A clareza de ideias;
  8. A conjugação com pessoas que reúnam capacidade, inteligência, competência, seriedade de propósito e comprometimento;
  9. O repudio a instabilidade pela instabilidade, gerando confiança em apostadores, parceiros e apoiadores;
  10. A capacidade de execução permitindo a migração do papel e das planilhas para o mundo concreto;
  11. O apego pelos sonhos que não podem ser esquecidos por conta das dificuldades iniciais;
  12. A capacidade de sacrifício (mas sem extremismos).

 

Fonte: http://saiadolugar.com.br/

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